Hérnia de Disco

A coluna vertebral é composta por vértebras, em cujo interior existe um canal por onde passa a medula espinhal ou nervosa. Entre as vértebras cervicais, torácicas e lombares, estão os discos invertebrais, estruturas em forma de anel, constituídas por tecido cartilaginoso e elástico cuja função é evitar o atrito entre uma vértebra e outra, além de amortecer o impacto.

Os discos intervertebrais desgastam-se com o tempo e o uso repetitivo, o que facilita a formação de hérnias de disco, ou seja, a extrusão de massa discal que se projeta para o canal medular através de um ruptura da parede do anel fibroso comprimindo a medula causando parestesias, dor e inflamação.

Protocolo de Tratamento

Manter protocolos fisioterapêuticos para o caso e associar a Fototerapia. Programar o aparelho Bios Therapy II com 60 segundos, aplicar na região articular comprometida, procurar seguir as regiões anatômicas para realizar as aplicações. Usar a ponteira do aparelho com uma ligeira pressão sobre a pele. Repetir esta operação de 2 a 3 vezes na semana por 10 a 20 sessões ou prosseguir com o tratamento até sua completa melhora.


Aplicar 3 pontos de 60 segundos a cada 3 a 5 centímetros de cada lado da coluna. Caso haja comprometimento inflamatório de musculatura, fazer bloqueio regional da musculatura comprometida irradiando toda a região.


A interação da luz com os tecidos biológicos induz a uma ação anti-inflamatória e analgésica importante, minimiza o uso de medicamentos prolongados e seus efeitos colaterais, reintegrando em menor tempo o paciente ao convívio social. Acredita-se que este tipo de tratamento possa auxiliar cicatrização da cápsula fibrosa do disco, evitando com isto, o extravasamento de seu conteúdo e sua compressão a área medular. É bastante importante associar exercícios para fortalecer a musculatura de suporte.

Mecanismos de ação da Fototerapia

• Estimula o metabolismo celular com maior síntese da ATP nas mitocôndrias.
• Maior suprimento sanguíneo por vaso dilatação da região irradiada, ativando a microcirculação arterial e neovascularização.
• Maior fluxo venoso e linfático (diminui edemas).
• Maior síntese proteica (colágeno).
• Acelera divisão celular.
• Acelera crescimento epitelial.
• Diminui inflamação tecidual.
• Apresenta ação analgésica importante pela síntese de endorfinas e serotoninas pelas plaquetas locais.
• Minimiza o uso de medicamentos prolongados e de seus efeitos colaterais.
• Reintegra o paciente mais cedo as suas atividades.

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Escrito por Dr. Luis A. Conrado

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