LASER DE BAIXA POTÊNCIA

O que é fototerapia de baixa potência?

Os estudos de fototerapia com laser de baixa potência foram os primeiros a serem colocados em prática, com pesquisas datadas depois dos anos 2000, de acordo com a revisão de literatura da Universidade do Vale do

Vale do Paraíba (UNIVAP). Com esse tratamento, diferentes áreas da saúde foram beneficiadas, como odontologia, fisioterapia, medicina, podologia e dermatologia.

 

A fototerapia a laser é um importante adjuvante nos tratamentos médicos, estimula o próprio organismo a sintetizar hormônios e enzimas já existentes que por falta de estímulos, não eram sintetizados. É um tratamento que vêm nos auxiliar a minimizar custos de tratamento, tempo de internação e efeitos colaterais por uso de medicamentos por tempo prolongado. 

 

Os lasers de baixa potência, entretanto, têm algumas características que fazem seu uso clínico problemático em aplicações grandes áreas: tempo de aplicação demorados, potência óptica limitada, diâmetro de feixe pequeno entre 1 a 2 mm. 

 

De acordo com os estudos da UNIVAP de 2011, a fototerapia mais utilizada é o Laser, com 67% dos estudos realizados baseado em laserterapia. Porém, recentemente, os estudos de LED têm trazido mais resultados positivos, sendo mais aplicado nos dias de hoje.

 

Diferenças entre a fototerapia de laser de baixa potência e a LED

 

Através de evidências científicas encontradas em diferentes estudos, a fototerapia a laser e a LED são predominantemente eficazes no processo de recuperação de lesões musculares, tratamento de inflamações, feridas e problemas na pele, entre outras enfermidades. Entretanto os parâmetros utilizados na terapia devem ser adequados para o sucesso da técnica.  

 

A empresa Bios, observando esta necessidade desenvolveu os equipamentos a LED (diodo emissor de luz), Bios Therapy II e Bios Therapy X.  Os LEDs se apresentam como uma alternativa ao uso de laser de baixa potência, pois proporcionam resultados terapêuticos semelhantes, com amplas vantagens, tem boa portabilidade, podem tratar grandes áreas, com exposição de tempo menor e com um baixo custo operacional.

 

É possível que um mesmo aparelho trabalhe com diferentes cores de luzes LED, como a violeta, azul, verde, laranja, vermelha e infravermelha. Cada cor possui um comprimento de onda e tem interações coma as células de formas diferentes e podem ter maior ou menor penetrabilidade nas barreiras do nosso corpo.

 

Se o problema a ser tratado for referente a um processo inflamatório, dor ou reparação tecidual, basta usar a faixa de luz na região do vermelho 650nm ou 940nm para ter os efeitos desejados, não serão necessários usar outros comprimentos de onda ou cores para se conseguir os resultados de acordo com as pesquisas de comparações entre os comprimentos de onda.

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